quarta-feira, 3 de abril de 2013

Alterações Climáticas Violentas e Tempo Agressivo no Planeta Estariam Associadas à Anomalia da Ionosfera na Índia?

Foto: Enrique Marcarian / Reuters


Por Gério Ganimedes

Chuvas torrenciais na Argentina poderiam ter ligação com a Anomalia da Ionosfera que durante a semana deixou cientistas em alerta?

As chuvas torrenciais que atingiram a Argentina nos últimos dois dias já deixaram pelo menos 33 mortos e forçaram milhares de pessoas a abandonarem suas casas devido às inundações. As tempestades também provocaram a interrupção de eletricidade e causaram o caos no transporte público da capital Buenos Aires. Pelo menos 25 pessoas morreram e milhares tiveram que abandonar suas residências na cidade de La Plata, localizada a 63 quilômetros ao sul de Buenos Aires. Uma inundação severa cobriu metade da cidade argentina na madrugada desta quarta-feira (3).  Na capital argentina os relatórios apontaram através de balanço oficial, oito mortes por conseqüência da forte chuva que foi acompanhada de rajadas de vento fortíssimas, resultando em centenas de danos de infra-estrutura no centro da capital argentina. Segundo autoridades cerca de 350 mil pessoas foram afetadas pelas inundações e 300 tiveram que ser retiradas de suas residências. O Observatório Central de Buenos Aires informou que a chuva atingiu a escala de 155 milímetros, entre meia-noite e sete horas da manhã. 

De acordo com registros uma “anomalia ionosférica” muito grave, deixou cientistas em alerta no mundo todo. Os dados científicos de satélites mostraram um grande foco desta anomalia, principalmente sobre a Índia e que segundo as análises, este fenômeno nunca antes havia sido observado. A zona de gravidade desta anormalidade iniciou-se sobre a Índia, ao longo do Oceano Índico e ao sul da Índia, parecendo uma espécie de buraco ou "vazio".  No entanto a anomalia está se movendo. No momento que a "lebre foi levantada", de que algo diferente estava acontecendo, iniciei o monitoramento do evento, que nitidamente avançava, deslocando-se na cintura do nosso planeta ou linha equatorial da Terra. Registrei alguns momentos deste avanço da “mancha” através do link da NASA (AQUI), onde deu para perceber que alongamentos desta anomalia atingiram também a América do Sul. Curiosamente as regiões que foram “sobrevoadas” por esta anomalia na ionosfera, que cruzou também o continente africano, foram atingidas por algum evento climático atípico. Variações nas cargas das moléculas de gases em nossa atmosfera pode ser o resultado do acúmulo de gás radônio que se associando as gotículas de água da atmosfera aumentam de temperatura e provocam as zonas mais vermelhas dos gráficos.  

  Análise comparativa dos gráficos da ionosfera

Antes do grande terremoto do Japão em 11 de março de 2011, a atmosfera, diretamente acima da zona da falha que produziu o terremoto devastador, aqueceu significativamente. O conteúdo total de elétrons, em uma parte da camada superior da atmosfera, chamada ionosfera, aumentou dramaticamente ao longo do epicentro do terremoto. Cientistas acreditam, depois de muito estudo desta camada de nosso planeta, que nos dias anteriores a um terremoto, as pressões sobre as falhas geológicas na crosta da Terra provocam a liberação de grandes quantidades de gás radônio.  Este gás radioativo ioniza o ar, dando-lhe uma carga e desde que a água esteja polarizada, é atraída para as partículas carregadas no ar.  Isto faz com que as moléculas de água da condensação do ar, se transformem em líquido, num processo que libera muito calor e que consequentemente é a responsável pela zona vermelha do gráfico da ionosfera.



Reunindo-se os estudos da ionosfera, o ponto de partida da “Anomalia da Índia”, a alta temperatura no “olho da manta ionizada” e seu deslocamento, me parece, que esta anomalia além de ser o prenúncio de um forte evento sísmico na região da divisa da Índia e Myanmar, está causando um alvoroço no globo todo com seu deslocamento, alterando drasticamente o clima e o tempo. Contudo, tratando-se de partículas carregadas ou ionizadas, poderíamos também associar o fenômeno da anomalia da ionosfera a alterações na magnetosfera da Terra em conseqüência das últimas explosões solares. Onde será que se encontra o agente causador? Dentro ou fora de nosso planeta? E porque a mancha avança sem dissipar a temperatura no núcleo? 



Estamos monitorando...

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

sábado, 12 de janeiro de 2013

Nuvem de Poeira Vermelha no Mar da Austrália


Foto/crédito: Brett Martin/Perth Weather Live/AFP



"Digna cena de um filme tipo catástrofe, esta imagem mostra que, em matéria de efeitos especiais, a natureza ganhou o Oscar de melhor fotografia". 

Gério Ganimedes


Por Gério Ganimedes via Lennoy (Rússia)


Fotografo flagra chegada de imensa nuvem de poeira vinda do oceano. Uma gigantesca tempestade de areia foi registrada de um navio rebocador na costa Noroeste da Austrália na região da Oceania. Segundo relatórios locais a tempestade de “areia vermelha” carregada de pó, foi trazida por fortes ventos do oceano Índico. A misteriosa onda vermelha (em detalhes na foto) atingiu a cidade de Onslow

Foto/crédito: Reuters

Os australianos, que já estavam sendo assolados por uma onda de incêndios nas últimas semanas, aguardavam a chegada de um ciclone tropical e já estavam temendo problemas em vários pontos do país. O resultado da chegada desta nuvem vermelha pode ter como conseqüências a formação um ciclone tropical na costa australiana.


Texto: Gério Ganimedes
Fonte: AFP
Fotos/crédito: Brett Martin/Perth Weather/AFP e Reuters
Colaboração e postagem: Lennoy (Rússia)


Comentário do Autor

As mudanças climáticas, bruscas e violentas, que os cientistas diziam que só aconteceriam daqui a 20 ou 50 anos, parece já estarem batendo a porta do planeta, e a NASA mais que depressa dá o braço a torcer, juntamente com o NOAA e outras instituições científicas, apresentando os fatos antes ocultados, em sua página de ciência.  Agora a cobra vai fumar! Corram senhores cientistas, como ratos tontos de laboratório, para ver se conseguem segurar os efeitos da natureza!

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©



terça-feira, 22 de maio de 2012

Bolhas de Gás no Gelo do Ártico – Metano Liberado no Ártico Aumenta a Temperatura da Terra

Foto/crédito: Fox News



Por Gério Ganimedes


A fonte mais perigosa de liberação de metano encontra-se debaixo da plataforma de gelo e das geleiras no Ártico. Os ecologistas estão preocupados com a alarmante infiltração do gás, que borbulha através de crateras que se abrem no gelo – formando bolhas cheias de metano. Foram mapeados mais de 150.000 pontos de fluxo deste gás nestas aberturas ou crateras na capa de gelo do Ártico

O metano é um gás potente e perigoso, colaborando para um avanço de alto risco do efeito estufa. A título de comparação, uma única molécula de metano é 25 vezes mais forte que uma molécula de dióxido de carbono. Os cientistas descobriram 77 locais sob a capa de gelo onde o gás está fluindo, locais estes nunca documentados antes. Nessas áreas, eles registraram mais de 150.000 fluxos de uma única bolha de metano. A maior parte da fuga do metano ocorre onde a capa de gelo recuou e sofreu descongelamento nas regiões próximas das geleiras. 


No vídeo abaixo você poderá ver a equipe de cientistas analisando o fenômeno de liberação do gás.




Texto: Gério Ganimedes
Fonte da notícia: Fox News
Leia a notícia completa em inglês AQUI

terça-feira, 24 de abril de 2012

Descoberto Acelerador do Aquecimento Global no Oceano Ártico


© Foto: ru.wikipedia.org


Por Gério Ganimedes


De acordo com o portal Voz da Rússia, os “cientistas” (está virando sinônimo de mentiroso pior que pescador), descobriram um grande vazamento de metano no fundo do Oceano Ártico que sobe para a atmosfera na área do gelo fundente. Os cientistas ameaçam que o metano pode levar a uma subida da temperatura na região do gelo do Ártico, o que, por sua vez, afetará o clima global (De novo a mesma história. Está começando a cansar).

Segundo pesquisas e informes, cientistas russos descobriram que a Plataforma Ártica da Sibéria Oriental é a maior fonte de metano, revelando que a emissão de metano na região é comparável com a emissão no resto dos oceanos do mundo. O processo segundo estudo, ocorre devido ao derretimento do pergelissolo submarino (Solo que nunca descongela), onde as reservas de metano enterradas são tão grandes, que no caso de uma fuga, a concentração de metano na atmosfera poderia aumentar em vezes, levando a mudanças imprevisíveis e muito rápidas do clima. (Ou seja, além do cheiro insuportável de “pum”, podemos virar churrasco a qualquer momento, com uma simples faísca – ou um meteoro, por exemplo - idéias não faltam).


Qual a próxima descoberta, no sentido de nos empurrar goela abaixo, a mentira do “Gélido Aquecimento Global”?

 
Montagem de texto e comentários: Gério Ganimedes
Fonte da notícia: Voz da Rússia


sexta-feira, 13 de abril de 2012

Granizo Gigante nos EUA

Foto/crédito: Portal - Fox News


Por Gério Ganimedes


O clima sobre a Terra realmente tomou proporções assustadoras. Imagens que assuntam pelas dimensões do problema que cresce em rítmo titânico. Pedras de gelo do tamanho de bolas de pingue-pongue, chegaram a quase engolir veículos no Texas. O Serviço Nacional de Meteorologia declarou grave a situação, com um aviso de que “vocês ainda não viram nada”.

Funcionários do NWS (Serviço de Meteorologia Nacional) advertiram nesta sexta-feira (13), que tempestades de granizo, semelhantes ou piores que esta registrada, podem atingir o Sul dos EUA neste fim de semana.  As pedras de granizo do tamanho de bolas de golfe ou pingue-pongue formaram imensas barreiras na região pouco povoada de Potter County, no Texas, depois que uma tempestade avançou lentamente sobre Panhandle – Texas, EUA.


Fonte: Fox News
Leia a notícia na fonte em inglês AQUI
Tradução e texto adaptado: Gério Ganimedes


Comentário do Autor

Não se preocupem ... Está tudo normal! É só um pouquinho de gelo caindo do céu ...Não dá nada!

Gério Ganimedes

segunda-feira, 26 de março de 2012

Granizo em Forma de Cachos de Uvas Brancas

Foto/crédito: Fox News - Science



Por Gério Ganimedes


Granizo do tamanho de “cachos de uvas”, no formato de flocos aglomerados, caiu em Oahu durante uma tempestade este mês e já foi confirmado pelos funcionários da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA), como a maior pedra de granizo, já registrada para o estado do Havaí.

A medição final do granizo, que caiu do céu em nove de março de 2012, apontou para 10,8 cm de comprimento - 5,7 cm de altura e 5,0 centímetros de largura. O granizo recorde foi projetado por uma tempestade, chamada supercélula, na região de Oahu, célula esta, que também produziu granizo, das mesmas dimensões, em Kaneohe e Kailua. Talvez o mais violento de todos os tipos de tempestades. Estas supercélulas podem gerar ventos fortes granizo grande e até mesmo furacões, de acordo com a NOAA. Eles são mais comuns durante a primavera em todo o centro dos Estados Unidos. O NOAA recebeu vários relatos de granizo, com diâmetros de 5,0 a 7,6 cm e maior no Havaí durante a tempestade.
 
Os eventos e as provas estão ai, mostrando o que as variações bruscas do clima do planeta podem causar.


Fonte: Fox News
Leia a notícia em inglês AQUI
Tradução e adaptação de texto: Gério Ganimedes

sexta-feira, 16 de março de 2012

Posicionamento de Corpos Celestes, Seriam a Causa dos Ciclos e Fúria da Atividade Solar? Atualização com Comentário do Autor

Foto espetacular do grupo de manchas solares AR1429
Crédito: Alan Friedman

Por Gério Ganimedes

Como uma arca cheia, para alimentar teorias astronômicas com pouca base científica, o posicionamento de corpos celestes, conhecido da maioria dos leitores e teoristas, como ALINHAMENTO ASTRONÔMICO, poderia realmente, ser o responsável pelos Ciclos Solares de nossa estrela e seu significativo, perigoso e até mesmo destrutivo aumento de atividade? 

Para mim, creio que não restam mais dúvidas. A física explica e comprova, que todo objeto produz força de atração, por menor que seja o objeto em questão. Experiências simples, que podem ser simuladas facilmente pelos leitores, poderão demonstrar a magnitude destas forças incomensuráveis que toda a matéria do universo tem e como pode influenciar outros corpos simplesmente por sua proximidade. Podemos chamar de “Poder da Atração”. Esta força de atração ou força gravitacional é proporcional, ao tamanho de planetas, cometas, estrelas ou até mesmo pequenos asteroides.  No espaço como aqui na Terra ou em qualquer parte do universo, esta é uma espécie de regra básica para existir e mostrar a presença. Se pararmos para pensar, nós temos esta força dentro de nós e não é porque queremos, mas sim porque existimos. Ao nos aproximarmos de alguém ou de algum objeto esta força age de forma invisível, causando alterações no ambiente, nos objetos que nos cercam e até nas pessoas que interagem conosco. Podemos dizer que neste cenário estão envolvidas as conhecidas forças de ação e reação – atração e repulsão. Não precisamos formular ou enunciar fórmulas para isto. As forças existem e podemos sentir isso. O simples fato de nos deslocarmos, causa mudanças dentro do nosso espaço de interação, seja por nosso peso, tamanho, velocidade de deslocamento e as subsequentes forças que resultam – como o deslocamento de ar por exemplo. Entretanto no espaço, ar é uma coisa que não existe, atrito é algo tão pequeno e insignificante, que torna a inércia um aditivo dos resultados destas forças do poder da atração.

Então, se tudo exerce, de alguma forma, força de atração ou repulsão no universo, qualquer corpo num ambiente sem atmosfera e sem gravidade ou gravidade neutra, pode interferir mesmo estando longe uns dos outros? Sim pode. Mesmo que esta força seja infinitamente pequena estes corpos celestes deslocando-se, afastando-se ou aproximando-se entre si, causam mudanças entre eles e nos arredores. 

Nosso ciclo solar vem sendo estudado a centenas de anos e pode-se perceber quando se lê sobre este ciclo que ele tem um padrão de 11 a 12 anos. Onde quero chegar? No ponto que muitos já se deram conta. Algo cíclico se aproxima de nossa estrela e causa estas mudanças de comportamento. Mas quando os efeitos e reações mudam ou a atividade se intensifica podemos estar diante de um quadro diferente onde além das forças normais de movimentos cíclicos de corpos celestes, devemos ter em mente a possibilidade da presença de um novo agente externo que deixa sinais de seu Poder de Atração.

Muitos céticos, cientistas, astrônomos e especialistas da área, às vezes esquecem-se desta força elementar, quando gritam aos quatro cantos, que estas teorias alarmistas de alinhamentos celestes são infundadas e sem embasamento científico. Meus queridos especialistas, vocês esqueceram-se de uma das leis mais fundamentais da vida no universo? O poder da atração ou força gravitacional, que existe desde o átomo, quando não de partículas menores que ele? Então não é assim, dizer que estas “teorias” estão longe de terem força ou significado. As forças existem e causam sim mudanças, mesmo que insignificantes. 

Acredito que nosso sol, e espero aqui responder aos leitores que me questionaram, está sendo afetado não só por corpos celestes que fazem parte de seu ciclo regular temporal, mas por algum astro que tem um ciclo muito maior que nossa existência e que está de volta exercendo um efeito ou força de atração que anda deixando nossa estrela emocionada e nervosa.

Concluindo o que aqui, queria deixar para meus leitores, proponho a todos que tiverem interesse, tempo e o mínimo de dinheiro, em fazer uma simples experiência dentro de suas próprias casas. Comprem duas bolas de isopor destas para decorar festas. Duas bolas de tamanho diferente, de preferência uma pequena e outra bem maior. Utilizando-se de um pedaço de linha que vá do teto, até mais ou menos a altura do experimentador, facilitando assim o experimento, prenda a linha no teto e na bola de isopor (pequena) usando fita adesiva (Obs. não use alfinete), o resultado será um planeta de “mentirinha”, no meio de seu quarto ou sala. Feche completamente as aberturas, portas e janelas, retire crianças, adultos e animais de estimação do lugar e desligue todo e qualquer aparelho eletrônico. Para melhorar o grau de isolamento do experimento, utilize um calçado com sola de borracha. Depois de tudo isso pronto, pegue a outra esfera de isopor (maior) e prenda um pedaço de linha pequeno na esfera, também com fita adesiva (um pedaço pequeno de fita), procure relaxar e fazer movimentos suaves, até que a pequena esfera ou planetinha, preso ao teto esteja totalmente parado. Agora vem a parte interessante. Aproxime calmamente a bola de isopor grande, segurando-a pelo fio e vá lentamente aproximando-a da esfera pequena (Obs. Não encoste uma bola na outra e faça movimentos suaves na aproximação). Repare, que assim que você estiver com a esfera maior próxima da menor, nosso hipotético planeta, que está preso ao teto, irá reagir, aproximando-se da esfera maior que o está atraindo - força gravitacional. Este é o poder da atração (mesmo que incomensurávelmente pequeno) ou força gravitacional, a qual todos os objetos deste universo possuem – uma força elementar. Entretanto, quanto maior a massa, densidade ou tamanho, maior é esta força e as consequências ou reações dela - o que sugere que, se nosso imenso sol, está alterado além da conta, podemos ter algo bem grande, passando ou se aproximando pela vizinhança. 

Bom experimento! Espero ter explicado e demonstrado de forma simples, o que muitos, insistem em dizer que não existe, que é mito ou apenas mais uma teoria conspiratória de quem não tem o que fazer ...


Comentário do Autor

Para os críticos de plantão, que não perderam tempo e já enviaram comentários, referentes ao experimento, quero deixar bem claro aqui que este experimento foi criado, para exemplificar como a força de objetos maiores e de mais massa, atua sobre os menores ou de menos massa. Chamei de "força gravitacional", a resultante da esfera maior sobre a menor "simbólicamente", numa situação hipotética criada. A verdade é que todo corpo maior tem força de atração atuante sobre um de corpo menor, entretanto pode acontecer, neste caso em particular de termos um outro fator ou força atuando, gerada pela  "Carga Eletrostática" do material utilizado no experimento. 

"Existe algo mais importante do que a lógica: a imaginação. Se a idéia é boa, a lógica deve ser jogada pela janela." 
(Alfred Hitchcock)

"Aquilo que guia e arrasta o mundo não são as máquinas, mas as idéias.
(Victor Hugo)

"De nada valem as idéias sem homens que possam pô-las em prática."
(Karl Marx) 

Fiquem Bem

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

quinta-feira, 15 de março de 2012

Premonições ou chegada iminente de uma Nova Era?

Ilustração: Cena do Filme 2012


Por Gério Ganimedes

Pode ser apenas uma onda de sentimentos intensos, agitando as mentes humanas, com o turbilhão causado pelas profecias, talvez mal interpretadas, de civilizações antigas, entretanto não é assim que pensam algumas pessoas. 

De acordo com notícia publicada no portal Correio do Povo

Prefeito teme tsunami e aguarda ''nova era''
Premonições motivam preparativos para ''uma grande transformação''

Apesar de não existir qualquer evidência científica, o prefeito de São Francisco de Paula, na Serra gaúcha, Décio Colla, acredita que a costa do Rio Grande do Sul poderá ser "atingida por um tsunami". Segundo ele, "as placas tectônicas sul-americana e africana se chocariam provocando uma onda gigante capaz de causar estragos irreparáveis nos municípios que estão no nível do mar"

O fenômeno estaria relacionado com diferentes teorias de que o mundo irá passar por "uma grande transformação" em 2012. O prefeito cita o Calendário Maia e premonições. "Ninguém diz que é o fim do mundo, mas todos falam das mudanças que irão ocorrer. Iremos entrar em uma nova era. Embora traumática, será uma evolução", diz o prefeito, que é médico e atende no hospital do município.

Continue lendo a notícia na fonte AQUI


Comentário do Autor

E como diria o Chapolin Colorado: "Sigam-me os Bons ..."



Fonte/crédito: Correio do Povo
Colaboração: Carla - PQA
Introdução e montagem de ilustração: Gério Ganimedes

 

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