sábado, 31 de dezembro de 2011

Onda de Calor Grave Atinge a Região da Antártica



Análise do quadro apresentado pelo site UBALERT

Dezembro de 2011 atingiu níveis críticos e grava um dia de verão recorde para o Pólo Sul. A temperatura no Pólo Sul medida pela estação de pesquisas Amundsen-Scott, mostra registros de -12.3°C em 25 de dezembro de 2011, comparada aos -13.6°C em 27 de dezembro de 1978. A baixa em 25 de dezembro foi -17.8°C, o que soa como confortável, considerando que a menor temperatura registrada no Pólo Sul foi de -82.8°C, definido em 23 de junho de 1982. A Temperatura no Pólo Sul em dezembro, normalmente marca -26.5°C, portanto, além da onda de calor recorde neste Natal, estas medidas tem sido uma média neste mês de dezembro no Pólo. A alta do Natal foi causada por uma língua de ar quente, que empurrou o interior do bloco atmosférico sobre a Antártica.

A calota de gelo ocidental da Antártida está derretendo a uma velocidade de 250 km cúbicos por ano, elevando o nível dos oceanos em 0,2 milímetros a cada 12 meses. O degelo desta calota pode fazer os oceanos subirem até 4,9 metros, cobrindo vastas áreas litorâneas pelo mundo e ilhas inteiras. Os resultados também são, escassez de comida, disseminação de doenças e mortes.

Com este quadro repentino, desta onda de calor, sem precedentes, este processo pode ser acelerado e os resultados disso, já são bem previsíveis.
 
Estamos atentos ...

Fonte de Pesquisa: Ubalert
Link do alerta: http://www.ubalert.com/a/78566
Tradução, texto e adaptação: Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Vulcões em Fúria

 Foto: EPA

 

Vulcão Lokon entra em erupção na Indonésia

O vulcão indonésio Lokon, situado no norte das Ilhas Célebes, entrou em erupção nesta terça-feira ao expelir uma nuvem de fumaça e pó, informou a Agência de Gestão de Desastres da Indonésia. As autoridades não consideram necessárias, ao menos por enquanto, promover a retirada das pessoas que vivem perto do vulcão, que entrou em erupção pela última vez em novembro. O arquipélago indonésio está assentado dentro do Anel de Fogo do Pacífico, uma zona de grande atividade sísmica, e abriga cerca de 500 vulcões, dos quais 129 estão ativos.

Fonte: Voz da Rússia 

 

http://portuguese.ruvr.ru/2011/12/27/62953719.html

 

sábado, 17 de dezembro de 2011

O Gigante Está Acordando ... Ouve-se o Rosnar do Yellowstone

Parque Nacional de Yellowstone
O Gigante Está Acordando


Mapeamento e fotos tiradas de satélites da NASA têm seguido a atividade subterrânea e geotérmica do Yellowstone, observando um calor profundo que está se armazenando a 6.438 quilômetros em direção ao núcleo da Terra, tendo áreas onde estes níveis de energia acumulada estão se tornando irregulares. O Yellowstone pode estar em apuros.

O Programa Landsat (http://landsat.org/) é gerido conjuntamente pela NASA e pelo Serviço Geológico dos EUA, começando seus serviços de sensoriamento remoto em 1972. Tornou-se parte do novo plano de monitoramento do Parque Nacional de Yellowstone em 2005. Além de sensoriamento remoto, o Landsat também usa reconhecimento aéreo, a fim de “observar todas as mudanças geotérmicas do Yellowstone de uma forma sistemática e científica.

Até recentemente, o calor proveniente da câmara de magma subterrânea do Yellowstone sempre foi o combustível para as mais de 10.000 características do vulcão: “Old Faithful” – Um dos maiores geysers do Yellowstone, fontes termais, geysers, manchas de lama, terraços e potes de barro, entretanto a NASA está relatando que as imagens do Landsat pegou alguns desenvolvimentos inesperados fora das fronteiras do parque, também captados por empresas de energia para além das fronteiras do parque.

“Se que o desenvolvimento geotérmico fora do parque começar, precisamos saber se isso vai fazer com que o velho escape de pressão do parque, pare de vomitar”, diz Rick Lawrence da Universidade do estado de Montana – EUA.

O parque tinha financiado um estudo sobre a atividade geotérmica inesperada, à procura de uma nova perspectiva sobre o evento em desenvolvimento. Os resultados já foram apresentados em San Francisco, Califórnia, na sexta-feira 9 dezembro, 2011, na conferência da União Geofísica Americana. Uma luz visível e os dados capturados pelos sensores sensíveis ao calor do Landsat foram usados
​​no estudo de Lawrence e seu co-autor, Shannon Savage.

 Terraços Minerva - Yellowstone



Para ter uma melhor visão do que estava acontecendo em Yellowstone, o as imagens do satélite Landsat, foram utilizados no estudo, pois estava circulando acima da área de 705 quilômetros, obtendo uma visão muito melhor de toda a área. Além disso, os satélites contém várias décadas de dados que poderiam ser usados para observar a superfície da terra e sua energia térmica. O que torna único o Landsat é que pode capturar a energia da região do Yellowstone, não só o calor que foi absorvido pela áerea através do sol, mas também a energia geotérmica a terra produz por si só. Imagens do satélite descobriram que um dos pontos geotérmicos, os chamados Terraços Minerva, entraram em colapso quando a água quente borbulhando abaixo deles parou de fluir. As imagens que foram observadas entre 1998-1999 mostraram que a correlação do calor e da energia na área. Neste período, um cidadão presenciou uma explosão de energia geotérmica ocorrer, causando arremessos de pedras por toda parte, mas em áreas onde era esperado manterem-se quentes, a temperatura realmente caiu temporariamente antes de voltar a subir.

O satélite Landsat permite que os cientistas reconheçam grandes mudanças que ocorrem na área de energia geotérmica, como no Yellowstone. No entanto, ninguém sabe o que está acontecendo, mas as pistas estão sendo encontradas em relação à interconexão dos eventos subterrâneos geotérmicos. O objetivo é a obtenção de maior resolução nas imagens, que hoje ainda são muito granuladas, nos futuros dados térmicos. O satélite Landsat da NASA, terá a missão de continuidade de dados e terá um novo instrumento térmico acoplado para utilização em 2013, para adicionar novos registros da geotérmica de Yellowstone.


Comentário do Autor


Não há mais como negar que as mudanças estão vindo a galope e a pressão geotérmica do planeta está em colápso. O que podemos fazer? No momento e na atual condição climática do planeta, absolutamente nada. A coisa toda já está feita. O mal já foi imposto à Terra, agora o que devemos fazer, é nos prepararmos com medidas e sistemas de logística de resgate e sobrevivência, pois se este vulcão acordar, não sera apenas, mais um belo espetáculo piroclástico, como o que o Vesúvio proporciona as pessoas, que vibram ao ver e que ainda dormem o sono profundo e que talvez, só acordem no momento do grande evento. 

Gério Ganimedes 

Fonte: Digital Journal  http://www.digitaljournal.com/article/315763#ixzz1gWCxMYqk

Colaboração: Emelee – Divisão de Pesquisas - PQA 
Tradução e adaptação de textos e medidas: Gério Ganimedes 
Direitos Reservados de Tradução – Projeto Quartzo Azul©©

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Vulcão na Rússia Ameaça Espaço Aéreo


© Flickr.com/robnunn/cc-by-nc

A erupção do vulcão Karymski, situado na Kamchatka, península extremo oriente da Rússia, foi qualificada como perigosa para a realização de vôos aéreos, uma vez que as partículas abrasivas das cinzas vulcânicas podem penetrar nos sistemas de propulsão e mecanismos hidráulicos e eletrônicos sensíveis dos aviões, provocando situações de emergência ou acidentes. 

Em um dia, o vulcão emitiu várias colunas de gás e cinzas. A maior teve a altura de 3500 metros acima do nível do mar. No momento, avalanches de brasa descem do vulcão, entretanto, não apresentam perigo para população local.


Fonte: Voz da Rússia

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Clima - Alterado e Destruidor

Formação de nuvens antes do furacão que atingiu
a grande Porto Alegre - Foto: Gério Ganimedes

Esta semana pude sentir na pele, o que há tempos já venho falando e alertando para o que acontece com nosso planeta e a consequente mudança climática. Um cenário verdadeiro, de um filme de terror e catástrofe, digno de um Oscar se montou bem diante dos meus olhos, observado através dos esquadros da janela de minha sala, com visão clara de Porto Alegre. O azul límpido contrastado pelo forte sol, numa atmosfera extremamente quente e abafada, logo deu lugar a uma súbita mudança, transformando o belo em horrendo em segundos. O dia ficou noite, nuvens altas e densas se formaram, raios diferentes dos normais circulavam e pipocavam no interior das nuvens, sem emitirem qualquer som.  Logo a seguir um vento com ruídos sinistros começou a cruzar aberturas e portas, como se entidades malignas adentrassem a casa, rugindo e sussurrando palavras como em uma antiga e desconhecida linguagem. Logo tudo estava tomado pelo vento que contornava com contraste e densidade os prédios e construções, chegando a atingir nos medidores 100 km/h. Misturado à chuva e ao céu negro, foram 20 minutos de pânico e tensão. Na rua as explosões dos transformadores, causadas pelo enlaces dos fios de alta tensão completavam em detalhes assustadores o cenário de uma destruição iminente. Telhas voando, telhados sendo arrancados com uma força avassaladora, muros de tijolos sendo deitados no chão nocauteados pela assombrosa força da natureza.  Carros nas ruas sendo destruídos por postes de concreto armado que quebravam como palitos de madeira fraquejados pela força do vento que não dava trégua. E assim como veio, foi embora deixando além dos destroços, o silêncio da perplexidade e um tremor no corpo, pelo pânico causado e a conseqüente adrenalina circulante.


 Tormenta se aproximando de Canoas / RS - Foto: Gério Ganimedes
Clarão no centro das nuvens - Raios silenciosos
Não há mais como se fazer cego ou surdo, diante do que acontece, pois a cada dia mais e mais localidades, por todo o planeta, enfrentam momentos de angústia e medo diante de uma natureza revoltada pelas feridas que a tornam doente chegando a salivar por uma febre de loucura e raiva. E isto ainda é pequeno diante do que enfrentaremos.


 Porto Alegre - Coberto pelo Manto Negro da Tempestade
Foto: Gério Ganimedes

 Porto Alegre - Coberto pelo Manto Negro da Tempestade
Raios sinistros no interior das nuvens 
Foto: Gério Ganimedes

Porto Alegre - No pós-tempestade o cenário parecia apocalíptico
Relâmpago esférico no centro das nuvens 
Foto: Gério Ganimedes

Porto Alegre - No pós-tempestade o cenário parecia apocalíptico
Relâmpagos esféricos no centro das nuvens 
Foto: Gério Ganimedes

Mas o homem continua sua caminhada doentia em direção a seu falso progresso. Continua perfurando o solo onde não deveria perfurar, continua queimando as florestas onde devia cuidar e plantar, continua sujando, matando e alterando a tudo e a todos. Sem falar de um aspecto, que muitos podem não terem se dado conta, mas que em estudo e analise da equipe do PQA, chegamos a uma conclusão seguida de um questionamento:

E o peso de concreto acumulado nas grandes cidades estaria afetando a estrutura da crosta terrestre? Temos uma teoria que diz sim. Vocês já imaginaram todo o peso de uma cidade? Digo peso porque para construir uma cidade tiramos material de outro lugar e concentramos tudo num só ponto, além do mais, perfuramos, batemos, compactamos, inundamos e chegamos ao ponto de secar lagos e desviar rios. Tudo para construir. Toneladas de material, aço, ferro, pedras, cimento, concreto, vidro e todos os carros que circulam pelas ruas, sem falar do peso da própria população que vive sobre as metrópoles? Porque o Japão está afundando no lodo? É fácil deduzir que uma ilha minúscula em proporções geográficas habitacionais com toneladas de entulho do progresso numa área geologicamente instável. Imaginem uma área onde as placas tectônicas não param de se ajustarem e moverem-se e que acima de tudo tem seu peso desarmonizado pelo excesso de peso concentrado. O que pode acontecer? Afundar. Estamos aprofundando o assunto e em uma próxima postagem entraremos em mais detalhes sobre esta nossa nova pesquisa.

Fiquem bem

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Estalactites de Gelo Mortais Registradas na Antártida



A natureza sempre nos revelando sua força transformadora e poder de destruição.


A “Estalactite de gelo” pode ser vista se estendendo em direção ao fundo do mar. Lentamente, ela cresce ao longo do tempo à medida que mais água congela em torno dela. Este fenômeno impressionante acontece sob a água do mar, se desenvolvendo e aumentando em proporções enormes, avançando em direção ao fundo do leito do oceano, destruíndo tudo o que toca. Na verdade congelando. A “salmoura” ou cone de água salgada congelada, afundando, é tão fria, que faz com que a água do mar congele em uma espécie de “cone da morte”. A tripulação da BBC gravou o este fantástico fenômeno da natureza pela primeira vez, no fundo do mar da Antártida.




A “Estalactite de gelo da morte” cresceu tão rapidamente para o fundo do mar, que as equipes puderam vê-lo avançando diante de seus olhos. A salmoura vem da superfície, pois é muito mais densa do que a água do mar e sua temperatura em função do sal é extremamente baixa e congelante ao toque.

O momento de difusão do cone é notável. O gelo começa a se expandir para fora, trnsformando-se numa espécie de cone invertido de gelo sob o mar. A salmoura é muito mais densa que a água do mar, por isso avança em direção ao fundo. Também é muito mais fria causando o congelamento ao toque. Quando a água do mar congela, uma vez, que entra em contato com o cone ou o que mais se parece com um tornado submarino, fica muito mais esponjosa do que o gelo normal. Este evento é observado na Antártida, quando a água com alta salinidade e congelada, avança para dentro do oceano.




Este fenômeno notável foi filmado debaixo d'água a temperaturas de -2°C pelos cinegrafistas da BBC, Hugh Miller e Doug Anderson na Ilha Little Razorback, perto do Arquipélago Ross na Antártida. Os cinegrafista Hugh Miller, relatou que o fenômeno durou horas e que a salmoura afundando, cresceu rapidamente diante de seus olhos. Embora a existência das “Estalactites” é conhecida desde a década de 1960, é a primeira vez que foi registrado por uma câmera.





Fonte: Daily Mail – Uk
Leia a notícia em inglês – AQUI
Direitos Reservados de fotografia - BBC



Tradução e adaptação de texto: Gério Ganimedes
Divisão Climática do PQA
Direitos Reservados de Tradução e Adaptação de Texto – Projeto Quartzo Azul©©
 

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Misteriosas Condições Climáticas Localizadas




Por Gério Ganimedes


Oklahoma - EUA


Quando pensamos em clima anormal, normalmente pensamos em precipitações improváveis, sons estranhos e inexplicáveis, atividade sísmica em regiões não atingidas por tremores, mas um clima destes normalmente só aparecia em filmes de ficção do tipo catástrofe, entretanto recentemente moradores de Oklahoma relataram que seu “mundo” virou de cabeça para baixo, depois de estranhos acontecimentos nos céus e embaixo da terra, depois que no decorrer de apenas um dia o mundo parecia que estava chegando ao fim em apenas uma área localizada. As testemunhas locais relataram os eventos como apocalípticos e eventos climáticos que deixariam diretores de filmes como “Twister e Poltergeist” com as calças molhadas.




Com certeza se os fenômenos ocorridos em Oklahoma no mês de novembro de 2011,  se espalhassem pelo mundo, certamente teria muita gente pensando que o mundo estava no fim.

Tudo começou como um conhecido tornado. O tornado rapidamente se tornou dois tornados e, em seguida, dois terremotos. Raios violentos no céu, ventos, o céu se tornou negro. Ruídos vindo do subsolo e tremores. Não são estranhas estas condições metereológicas em Oklahoma, até porque sua história esta no caminho dos tornados, no entanto a probabilidade de ter quatro grandes eventos, em apenas um dia, é ainda estatisticamente bastante pequena.

Então, qual é a causa dessa seqüência de eventos misteriosos? Em 2011 não é a primeira vez que o tempo tem agido estranhamente.

Estes eventos são culpa da mudança climática? Ou é o planeta, simplesmente passando por um momento difícil?

No momento parece que o esmagador consenso é que a Terra está passando por algum nível de mudança e pode estar sendo causada pelo homem através de algum experimento não divulgado nos meios oficiais.

Mas enquanto o mundo ainda se pergunta o que deve ser feito para parar os efeitos, alguns estão advertindo que podemos estar olhando para as manifestações de alguma alteração estrutural do planeta e as conseqüências devastadoras que ainda virão.

Estejamos preparados, pois este verão no Brasil – poderemos enfrentar situações climáticas, de deixar qualquer "valentão" assobiando fino.


Fiquem Bem


Gério Ganimedes
Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul ©©

domingo, 6 de novembro de 2011

EUA – Na Mira dos Abalos Sísmicos




Terremoto Atinge Oklahoma e a caminhada dos tremores pelo mundo, já preocupa autoridades Americanas.




Onda de terremotos pelo mundo parace estar mudando o alvo e já preocupa administração americana. Um fim de semana de tremores que rachou prédios, afetou a estrutura de uma rodovia deixou moradores e administradores de cidades americanas em alerta. O  tremor ocorrido na tarde de sábado foi o mais forte que o estado sofreu, sacudindo uma faculdade, um estádio de fute a 50 milhas de distância e foi seguido neste domingo por outro tremor forte. Não houve relatos de lesões graves, vítimas ou devastações nas primeiras horas após os terremotos.

O terremoto de magnitude 5,6 graus na escala Richter, ocorrido no sábado à noite teve seu epicentro perto de Sparks, a 44 milhas a nordeste de Oklahoma City e pode ser sentido em todo o estado, chegando a Kansas, Missouri, Arkansas, norte do Texas e algumas partes do Illinois e Wisconsin, segundo informações da geofísica Jessica Turner em divulgação para os “EUA Geological Survey”. A magnitude de 4,7 graus do terremoto de sábado foi sentida no início do Texas chegando ao Missouri.

Após o tremor principal, varios outros tremores secundários ocorreram. Vários relatos de proprietários e empresas, informaram várias paredes rachadas, estruturas caídas e outros danos menores. Entretanto em Shawnee, o corpo de bombeiros disse que uma torre, sobre o edifício da administração na Universidade de São Gregório, tinha sido danificada e outro estava se inclinando, de acordo com a rede de tv KWTV em Oklahoma City.

Um gerente de emergência, em Lincoln County, perto do epicentro, disse que a rodovia 62, uma estrada de duas pistas que serpenteia, através da paisagem, se tornou ondulante entre Oklahoma City e o estado do Arkansas, deformando-se em alguns lugares, onde o terremoto foi mais forte, na noite de sábado. Segundo outros relatórios oficiais, ainda incompletos, deste domingo, varias rachaduras em alguns edifícios, foram mencionadas e torres e uma grande chaminé foi derrubada.


Fontes: NOAA - Fox News


Comentário do Autor

A crescente subida na escala de tremores que se alastram pelo mundo todo , parece que agora chegou no coração da preocupação mundial. Enquanto os tremores apenas aconteciam em regiões de “pouca importância” para as potências globais, as coisas pareciam apenas caminhar de forma normal e pouco especulativa, mas agora o eixo central de uma das grandes potências mundias foi atingida e o temor de uma desgraça maior, começou a tirar o sono de muitas autoridades que, antes apenas viam as outras trajédias, como sendo um “probleminha” no terreno do vizinho. 

Como sempre digo: “A humanidade só mudará, seu comportamento destrutivo e dormente, diante das mudanças climáticas, quando estiver sendo empurrada na beira de um penhasco”.

Bem o penhasco já está diante de nós, e o planeta parece estar dando uma mãozinha, para nos empurrar em queda livre.


Gério Ganimedes
Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul ©©
  

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Chile Parece Estar Sobre a Pressão do Magma

Crédito: AP Photo/Aysen Regional Government



O vulcão Hudson no Chile lançou três grandes colunas de vapor e cinzas que combinadas em uma nuvem mais de 5 quilômetros de altura na sexta-feira, ameaçando uma erupção muito maior do que as autoridades haviam previsto colocando Chile e Argentina em alerta vermelho.

Autoridades chilenas evacuaram 119 pessoas da área próxima e outros moradores estão se preparando para fugir, pois o rio Aysen está transbordando em suas margens pelo excesso de neve derretida pelo vulcão.

O vapor e as cinzas estão vindo de três crateras, que variam de 200 a 490 metros de largura, e com terremotos sacudindo a montanha, uma grande erupção poderia ocorrer dentro de horas ou dias, segundo o serviço nacional de geologia do Chile. Já existe um nuvem de cinzas e vapor que estão se espalhando 12,7 quilômetros a sudeste, em direção a Argentina.

O vulcão Hudson entrou em erupção duas vezes nos últimos 60 anos, mais recentemente, em agosto de 1991, quando empilhou cerca de 18 centímetros de altura de cinzas vulcânicas e matou um número estimado de 1,5 milhões de ovinos do lado argentino da cordilheira andina.

O vulcão está na Patagônia a 1600 quilômetros ao sul da capital chilena, Santiago, e a 750 quilômetros ao sul do vulcão Caulle Cordon que tem interrompido intermitentemente as linhas de tráfego aéreo na América do Sul desde que começou sua erupção meses atrás.

Coihayque é a cidade mais próxima do Hudson no Chile e pouco além da fronteira argentina, estão as cidades de Los Antiguos e Perito Moreno que já estão se mobilizando para o pior. 

Em uma grande erupção, com ventos predominantes, pode espalhar cinzas em todo o continente, cortando as rotas de abastecimento e as viagens aéreas para além do sul da Argentina.


Fonte: Fox News

Leia a noticia em inglês AQUI



Tradução e adaptação de texto: Gério Ganimedes

Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul ©©

terça-feira, 25 de outubro de 2011

O Perigo Vem do Subsolo do Planeta



Cientistas Investigam o Enigma da Dilatação rápida de um Vulcão na Bolívia 

O Uturuncu 

Um vulcão que antes dormia tranquilamente no continente Sul Americano, está agora rapidamente, dilatando-se, numa velocidade espantosa. A descoberta foi feita por pesquisadores de várias universidades dos EUA. Os cientistas estão dizendo que o Uturuncu, que se eleva 6.000 metros, no sudoeste da Bolívia, está para explodir como um balão grande enquanto a sua câmara de magma cresce cerca de 10 vezes mais rápido que o normal.

 
 Estratovulcões são cônicos em forma
  e podem entregar periódicas erupções explosivas.


uma das mais rápidas dilatações vulcânicas na Terra", disse o professor Shan de Silva da Universidade do estado do Oregon.  Segundo Silva, O que estamos tentando fazer é entender por que esta ocorrendo essa super dilatação galopante e para onde ela vai levar”.

 
O Uturuncu é classificado como um vulcão do tipo mais comum, mas há alguma preocupação de que seu crescimento rápido e repentino, pode indicar que a formação de um supervulcão está a caminho.  

Um supervulcão explode, com tal poder de força, que ele pode atirar para fora, mil vezes mais material do que um vulcão como o Uturuncu ou Monte St. Helens, em Washington. A formação e explosão consecutiva de um supervulcão, também pode ter um efeito devastador global. 

O homem atual nunca testemunhou tal evento. A última erupção de um supervulcão ocorreu por volta de 74 mil anos atrás na Indonésia.   

No entanto, os pesquisadores estão olhando para Uturuncu, silenciosamente, confiantes, de que não há nada para se preocupar. 

"Não é um vulcão que se acha que vai entrar em erupção a qualquer momento, mas certamente é interessante, porque a área foi pensada estar essencialmente morta,  disse o professor de Silva.




Em outra área, a caldera do Yellowstone nos os EUA, é classificada como um supervulcão, um tipo de vulcão, que pode irromper materiais, 1.000 vezes mais, do que um Estratovulcãono entanto vulcões desta região parecem dormir calmamente. 

A última erupção do Uturuncu ocorreu cerca de 300.000 anos atrás. “Então é por isso que é importante saber quanto tempo isso vem acontecendo”, o professor de Silva acrescentou.

Pesquisadores descobriram o crescimento avançado, em torno de cinco anos atrás, depois que dados de satélite revelaram que a região se expandindo por 1 a 2 centímetros a cada ano e isto tinha acontecido durante 20 anos.  Agora a terra está com cerca de 43 quilômetros de diâmetro, enquanto que o pico se senta como um chapéu de festa no centro. 

Sua equipe está olhando para dados sísmicos, GPS e variações de dados coletados, para tentar determinar exatamente quando e por que o vulcão começou ainflar” e o mais importante, o que poderia acontecer em seguida.


Fonte: Daily Mail – UK 
Leia a notícia em inglês AQUI 
Fonte da fotos: Wikipédia 
Tradução e adaptação de texto: Gério Ganimedes 
Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul ©©

domingo, 23 de outubro de 2011

Turquia Sofre Forte Terremoto


Foto: AP/Aatolia

ANKARA, Turquia - Um forte terremoto com magnitude preliminar de 7,2 graus, já corrigido para 7,3 graus na escala Richter, atingiu o leste da Turquia neste domingo(23), deixando edifícios em total colápso e causando um grande número de mortes. Segundo fontes o número de mortes já chegou extra oficialmente a 1000 pessoas. O vice-primeiro-ministro diz que o terremoto no leste da Turquia colocou em colápso por volta de 45 edifícios. Besir Atalay, disse que o terremoto derrubou entre 25 e 30 edifícios, bem como um dormitório, na cidade oriental de Van. Segundo as autoridades 10 edifícios caíram na cidade de Van. O serviço Geológico dos EUA disseram que o tremor atingiu uma área perto da fronteira iraniana em 01:41 (06:41 ET). Isso causou pânico generalizado em toda a província, bem como cidades vizinhas. O Epicentro do terremoto foi na aldeia de Tabanli, perto da cidade de Van.

Tabela de abalos sísmicos e réplicas do abalo principal

Correção do tremor: 7,3 graus

4.4 graus a 10.0 km, último tremor até agora registrado.
4.2 graus a 17.0 km
4.5 graus a 10.3 km
4.4 graus a 12.5 km
4.6 graus a 13.2 km
5.6 graus a 17.5 km
4.9 graus a 09.3 km
5.6 graus a 20.4 km
7.2 graus a 20.0 km, primeiro tremor registrado.

Fonte: Ubalert

Gério Ganimedes
Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul ©©

sábado, 22 de outubro de 2011

Erupções Submarinas Explosivas Estão Sempre em Atividade

 Foto – crédito: Joseph Resing


Erupções submarinas são responsáveis ​​por cerca de 3/4 de todo vulcanismo da Terra, mas o oceano sobrejacente e a vastidão enorme do fundo do mar torna a detecção e observação deste tipo de atividade difícil de ser monitorada. As erupções submarinas ativas observadas e analisadas pelos cientistas, até agora foram feitas no vulcão NW Rota-1, perto da ilha de Guam, no Pacífico ocidental.

Um vulcão submarino cheio de bolhas de lava incandescente - a erupção submarina, mais profunda, ativa, vista até agora - é o que lança a luz, sobre como o vulcanismo pode impactar na vida em alto mar e remodelar a face do planeta.  

Agora, pesquisadores testemunharam a erupção submarina ativa mais profunda. O vulcão em questão, é o West Mata,  que encontra-se perto das ilhas de Fiji, no Pacífico sudoeste na Bacia Lau. Aqui, a taxa de subducção - o processo em que uma enorme placa tectônica mergulha sob a outra, normalmente formando cadeias de vulcões - é o mais alto da Terra, e na região guardam os mais amplos sinais de vulcanismo submarino recente.

Os cientistas descobriram o West Mata em 2008, durante uma pesquisa no nordeste da Bacia de Lau. Erupções explosivas que foram vistas no ano seguinte, usando um veículo submarino operado remotamente ganharam nomes sugestivos - a primeira erupção foi chamada de Hades, e a segunda Prometheus, ambas ocorrendo a uma profundidade de aproximadamente 1.200 metros.


Fonte: Fox News
Link da notícia AQUI
Tradução adaptação de texto e complemento: Gério Ganimedes

Comentário do Autor

As erupções, quase contínuas, gerando um fenômeno espetacular de lava incandescente cheia de bolhas de gás, de até 1 metro de largura, gás que flui através da lava incandescente, alimentando a vida das profundezas com partículas ricas em minerais numa “sopa natural” para equilibrar a vida oceânica e também terrestre. Os ciclos são necessários em nossa vida, tanto no estágio de evolução, destruição como transformação. Não podemos e nem temos como escapar destes ciclos, fazem parte da evolução da vida em todo o universo. O que podemos, é conhecer um pouco mais, pesquisar, para poder entender o processo, mas o resultado futuro ninguém pode prever. 


“Tudo pode simplesmente terminar, tudo pode simplesmente se harmonizar, tudo pode se tranformar, mas creio que  para melhor, nunca para o pior”.



Gério Ganimedes
Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul ©©


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