quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Desabamento de Prédios no Rio de Janeiro - Quais as Causas Reais?

Foto/Crédito: EFE

Por Gério Ganimedes
 
Poderiam fatores sísmicos ou efeitos secundários das seguidas explosões solares com forte atividade geomagnética na Terra, estarem envolvidos com este acontecimento trágico?  De acordo com e-mail enviado ao Projeto Quartzo azul, por um de nossos colaboradores, pode ser que sim. No mínimo tem algo estranho por trás destes acontecimentos. Já comentada, uma teoria que poderia ser aceita, é a teoria dos micros tremores, no entanto não podemos ainda arriscar uma conclusão, entretanto, observem os detalhes salientados no texto abaixo.


E-mail enviado por nossa colaboradora

"Esse desabamento aqui no Rio de Janeiro tem algo de estranho, porque ouvindo o depoimento de várias pessoas diferentes, que estavam no local, ambas dizem terem visto um fogo que veio do "NADA" de cima do prédio para baixo e que antes disse houve pequenos tremores no chão, e vendo agora pela manhã aqui no RJ, um prédio na Rua Senador Dantas que fica próximo, mas não colado ao prédio, foi esvaziado as pressas porque o prédio de 17 andares "TREMEU”, e mais uma coisa que me chamou a atenção foi que as autoridades que fecharam algumas ruas e desviaram o transito tiveram que optar por outro caminho porque uma árvore simplesmente "CAIU" e ela não estava perto do local do desabamento! Sinceramente algo abaixo do solo aqui no RJ, está mexendo e muito, pena que as autoridades não ligam os fatos das explosões dos bueiros com isso tudo que está acontecendo, e até mesmo em São Paulo está acontecendo explosões em bueiros. Algo grave está acontecendo mesmo".
 
Que Deus nos guarde!

Um grande abraço,
 
Jolly

Além deste relato, temos a presença de nosso amigo e incansável pesquisador, que vem colaborar, com sua análise dos últimos e trágicos acontecimentos.


Por Abreu

A rádio Tupi do Rio passou a transmitir do local do evento, e continuou a cobertura por toda a madrugada. Segundo relato das pessoas que estavam próximas ao local, foi de que ocorreu uma "grande explosão" antes do desabamento (como se fosse um tremor de terra).

Ontem recebi de um amigo a informação de que a magnetosfera não conseguira neutralizar a penetração dos neutrinos, em razão da explosão solar de classe M9, ocorrida no Sol, no domingo, e que o magma da terra seria atingido.

Presumo que, nos próximos dias, teremos alguns terremotos mais fortes, a exemplo daquele de 6,2 graus que aconteceu segunda-feira na costa chilena, fruto da explosão da quinta-feira passada (e a ejeção de massa coronal do Sol, no domingo, foi muito superior).

Quanto ao desabamento de ontem no Rio de Janeiro, agora virão as "desinformações de praxe", protocolares.

Como diria o Inspetor francês, no filme Casablanca, após o cometimento de um crime: "PRENDAM OS SUSPEITOS DE SEMPRE".

A penetração das partículas de Neutrinos está provocando esses efeitos no núcleo da Terra. Daqui a pouco começarão as manifestações vulcânicas aqui no Brasil - por enquanto, são apenas gases que estão escapando.

Lembram-se daquela informação do Moisés, de que autoridades estavam monitorando o Pico do Cabugí, no Rio Grande do Norte, e a visita do Diretor da NASA ao Brasil, Charles Bolden, em setembro do ano passado, para a prosaica missão de assinatura de um acordo para a instalação de "balões meteorológicos" a partir de uma base em Natal?

Não devemos nos esquecer de que o vulcão Hudson, na Argentina, despertou recentemente, após um longuíssimo período inativo. E o vulcão do Chile, também, causando todos aqueles transtornos. 

Coincidentemente, o Diretor da NASA saiu daqui do Brasil e foi visitar a Argentina e Chile.

Em 17 de novembro, o Governo brasileiro criava o ESPIN.

EVENTO DE SAÚDE PÚBLICA DE INTERESSE NACIONAL e a FORÇA NACIONAL DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE, para enfrentar: Epidemias, catástrofes naturais e desassistência social.

Na semana passada foi disponibilização de uma página no Portal do Ministério da Saúde intitulada "CATÁSTROFES NATURAIS" e sobre o treinamento que já foi realizado com 98 profissionais do Estado do Espírito Santo.

É MUITA MOVIMENTAÇÃO EM TÃO CURTO ESPAÇO DE TEMPO.

Um dia desses capturei um vídeo no yotube, mais antigo, de que numa certa região de Goiás (presumo que por perto da Pousada de Rio Quente), estaria ocorrendo um "incêndio" dentro da terra. “Foi à expressão usada na reportagem”.  Havia rachaduras no solo, mostradas no vídeo, das quais saiam fumaça e os bombeiros estavam "tentando jogar água para apagar o fogo interior" (santa ignorância). Isso ocorreu, também, em meados do ano passado na Austrália, quando uma região a beira-mar começou a "fumegar".

No domingo passado, pela manhã, já havia explodido outro "bueiro" em Niterói.

Em nota oficial a CEDAE informou que fora apenas uma tubulação em "fase de teste" que expelira gases, e lançará terra e poeira na direção de um carro da marca Corola. Mas o motorista do veículo não foi ouvido pela reportagem.

Pode estar acontecendo, também, que a Plataforma Continental esteja passando por micros tremores, os quais deslocam, em milímetros, as tubulações de gás.

Eventos iguais ao que aconteceu no "El Hierro", no Arquipélago das Canárias, por certo exerceram (e exercem) influências sobre a placa tectônica sul-americana e devemos estar sofrendo reflexos por aqui.

Na costura de um tubo que conduz o gás pode aparecer um micro vazamento que vai inundando e contaminando as galerias (ou vazios nas fundações nos prédios) até que uma faísca venha a provocar uma grande explosão.

Pelas dezenas de avisos em que se constituíram as explosões de bueiros naquele estado, ou o Rio de Janeiro suspende, de imediato, a distribuição de gás por via canalizada e faz uma completa revisão do sistema, ou aquilo ainda será palco de uma tragédia com milhares de mortos, com explosões e desabamentos em cadeia (imagina se o evento de ontem houvesse ocorrido no horário de rush da Avenida Rio Branco).

Não podemos nos esquecer, ainda, que já havia explodido um restaurante no Rio de Janeiro e outro em Buenos Aires (por conta de escapamento de gás - pelo menos na versão oficial das autoridades dos dois países).

Essas pretensas "autoridades cariocas" (e federais) estão brincando com algo seríssimo:

ENERGIA FORA DE CONTROLE

Abraços,
 
Abreu

P.S.: Entre outubro e dezembro, em Belo Horizonte ocorreram explosões de bueiros - transformadores - no centro da cidade (três eventos até agora).
E não temos serviço de gás canalizado por lá.

Sem contarmos com as três explosões de bueiros - transformadores - ocorridas em São Paulo:
Uma no bairro de Santa Cecília, outra próxima ao Largo de São Bento, e a terceira, na semana passada, quando foi aberto um buraco de 5 metros de diâmetro no solo.

“É MUITA EXPLOSÃO PARA MEU GOSTO”.
 
No ano de 2011, com a tragédia da Região Serrana do Rio de Janeiro, o Brasil passou a ocupar a terceira posição em mortes, no mundo, provocadas por ECE-EVENTOS CLIMÁTICOS EXTREMOS, só ficando atrás da Indonésia e das Filipinas.

Não é sem razão que a ONU estará abrindo, a pedido do Governo Brasileiro, um escritório no Rio de Janeiro para "PREVENÇÃO DE CATÁSTROFES NATURAIS".


Textos: Gério Ganimedes e Abreu
Colaboração: Jolly via e-mail (Meus sinceros agradecimentos Jolly - Gério Ganimedes)
Edição: Gério Ganimedes
Postagem: Lennoy - Staff PQA
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Crosta Terrestre em Movimento




Dia 23 de janeiro de 2012

Terremotos acima de 4,5 graus se intensificam e profundidade na crosta diminui:

  • Costa de Bio-Bio, CHILE                  6,2 graus      19,6 km;
  • Norte de Sumatra, INDONESIA     4,8 graus     50,3 km;
  • Costa Leste HONSHU, JAPÃO        5,3 graus     49,8 km;
  • Sul de Java, INDONESIA                 4,5 graus     58,3 km;
  • Região Ilhas FIJI                               4,7 graus    582,9 km;
  • Ilha do Havaí, HAVAÍ                       4,7 graus         8,1 km;
  • Lago RUDOLF, KENYA                    5,2 graus       15,2 km;

 
O que preocupa, é que as profundidades dos abalos sísmicos, com exceção do ocorrido nas ilhas Fiji, parecem estar chegando cada vez mais perto da superfície e demonstram que uma intensa atividade está acontecendo em todas as placas do planeta, e atingindo a borda das placas o que torna, mesmo os abalos pequenos, perigosos e até mesmo destruidores.
 

Fiquem atentos para as atualizações ...
 

Fontes dos dados: 

Gério Ganimedes - Lennoy 
Direitos Reservados - Projeto Quartzo Azul©©

sábado, 21 de janeiro de 2012

Ártico Sem Proteção


Buraco de ozônio sobre o Ártico foi realmente causado pelo frio, dizem os cientistas, após pesquisas em aeronaves a altas altitudes.


O primeiro buraco de ozônio sobre o Pólo Norte, foi agravado por temperaturas de um inverno extraordinariamente frio, dizem os cientistas. O resfriamento da camada de ozônio aumenta o efeito de reação do ozônio, destruindo substâncias como os clorofluorcarbonetos - CFC. Um buraco no ozônio acima do Ártico, talvez ainda maior é esperado, dizem os cientistas do Instituto KIT de Pesquisa Meteorológica e Climática.

Cerca de um ano atrás, os cientistas detectaram a degradação do ozônio sobre o Ártico, pela primeira vez, e que chegou a um grau comparável ao do buraco de ozônio, acima do pólo sul.

Em um nível de cerca de 21 quilômetros acima da Terra, 80 por cento do ozônio foi perdido, expondo as pessoas na superfície da Terra aos prejudiciais raios ultravioleta-B provenientes do sol, que pode causar queimaduras solares e câncer de pele.

Segundo o estudo, a ocorrência do buraco de ozônio do Ártico foi principalmente devido às temperaturas extremamente frias na camada de ozônio que está localizado a cerca de 18 km de altura na estratosfera, ou seja, a segunda camada da atmosfera terrestre. Lá, os compostos de cloro proveniente de clorofluorcarbonos e outros poluentes são convertidos quimicamente em temperaturas abaixo de -78 ° C. Estes produtos de conversão química atacam a camada de ozônio e a destroem.  Se a tendência de temperaturas mais frias na estratosfera observada nas últimas décadas continuar, a ocorrência repetida de um buraco de ozônio do Ártico é esperada.

A equipe de pesquisadores do IMK analisou as medições da composição química da atmosfera, por instrumentos via satélite. Além disso, os cálculos do modelo foram feitos para determinar os efeitos concretos de refrigeração adicional da camada de ozônio. “Descobrimos que reduzir ainda mais a temperatura em apenas 1 ° C seria suficiente para causar uma destruição quase completa da camada de ozônio em algumas áreas do Ártico”, diz Dr. Björn-Martin Sinnhuber, principal autor do estudo. Observações ao longo dos últimos 30 anos indicam que a estratosfera em invernos frios do Ártico é arrefecido cerca de 1 ° C por década em média.



Fonte: Daily Mail – UK
Leia a notícia em ingês AQUI
Tradução e adaptação de texto: Gério Ganimedes

Comentário do Autor
 

Sim mas lá, que eu saiba, é frio mesmo, e se está esfriando, deve ser melhor. Agora, me digam, onde está o aquecimento e efeito estufa? Vamos é viver uma nova era do gelo, entretanto querem nos provar o contrário e jogar toda a culpa, em nossas costas. Juro que não entendo mais nada!

 


Gério Ganimedes
Direitos Reservados de Tradução - Projeto Quartzo Azul©©

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

25 Vulcões Mostrando Atividade Anormal na Indonésia

Magma sendo ejetado por pequenos abalos


Padang, Sumatra Ocidental -  Vinte e cinco vulcões na Indonésia estão agora mostrando atividade anormal ou que tem colocado em alerta autoridades e especialistas, informações passadas pelo assessor especial do presidencial Andi Arief.

Segundo dados oficiais, 25 vulcões estão agora sob alerta ou observação e que deve ser dada prioridade no que diz respeito ao planejamento de mitigação de desastres em nível distrital ou de cidade.

A região possui dois vulcões que precisam ser vigiados de perto, ou seja, Monte Marapi e o Monte Talang, estes estão em alerta.

O Monte Marapi está localizado em Agam e distritos de Tanahdatar e sobe 2.891 metros acima do nível do mar, e o Monte Talang (2597 metros acima do nível do mar) no distrito de Solok está localizado cerca de 40 quilômetros da capital da provincial de Padang.

Além dos dois vulcões, o governo e as agências regionais de gestão de desastres também foram dar atenção prioritária ao Monte Papandayan a oeste de Java, o Monte Karangetan e Lokon no Norte de Sulawesi, o Monte Ijen em Java Oriental, no norte o Monte Gamalama Maluku, Monte Krakatau em Banten e Lampung e Monte Lewoloto em leste de Nusa Tenggara.

Segundo autoridades locais "não é impossível que os vulcões que agora estão na normalidade possam mudar e tornarem-se anormais, devido a terremotos que aconteceram para acionar o magma nas montanhas e aumentar suas atividades e, portanto, o estado de alerta e prontidão das pessoas deve continuar a ser mantida.

Autoridades e especialistas afirmam que terremotos mesmo abaixo de cinco na escala Richter poderiam fazer o magma nos vulcões subir e que as pessoas não só devem estar alerta sobre tremores grande, mas também pequenos.

“Os terremotos de magnitude pequena agora estão sendo estudados por pesquisadores no que diz respeito à minimização do dano no caso de uma erupção acontecer no país, pois há uma grande quantidade de vulcões na Indonésia”, disseram autoridades.

Colaboração: Emelee
Tradução e adaptação de texto: Gério Ganimedes
Direitos reservados de tradução – Projeto Quartzo Azul©©

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Nas Profundezas do Oceano


Cientistas descobrem no fundo do oceano "pontes" do outro lado da Trincheira Mariana - o lugar mais profundo da Terra


A Fossa das Marianas é o local mais profundo dos oceanos, atingindo 11.034 metros de profundidade. Localiza-se no Oceano Pacífico, a leste das Ilhas Marianas, na fronteira convergente entre as placas tectónicas do Pacífico e das Filipinas. Geologicamente, a fossa das Marianas é resultado geomorfológico de uma zona de subducção.

Geofísicos marinhos da Universidade de New Hampshire estão encontrando enormes "pontes" do outro lado da trincheira Mariana, que atravessam a trincheira cerca de um quilômetro acima do fundo do oceano.

As pontes são criadas quando as montanhas no leito do mar são puxadas para a crosta terrestre por enormes forças geológicas. As montanhas, que rasgam acima da placa do oceano Pacífico, formam "pontes" assim como a placa do Pacífico desaparece na crosta terrestre sob a placa filipina vizinha.

Segundo James Gardner cientista da Universidade de New Hampshire ,"Estas pontes não eram do conhecimento comum de todos". James foi quem descobriu as estruturas no relevo oceânico.

Uma das pontes foi detectada em baixa resolução nos anos oitenta, mas a equipe de Gardner fez mais três avistamentos, de acordo com OurAmazingPlanet.

Algumas das pontes chegam a subir até 2.000 metros acima da trincheira, e tem até 75 quilômetros de comprimento.

Os cientistas usaram um multi-feixe do “ecobatímetro” para mapear a área. Gardner diz que, pode haver vida nas 'pontes' - adaptadas para condições difíceis, de congelamento e pressão de até oito toneladas por polegada quadrada, entretanto este segmento ainda esta sendo observado e pesquisado.



Um navio hidrográfico da Marinha dos EUA recentemente, mapeou a trincheira Marianas do norte ao sul através de uma 'ecossonda multifeixe", um dispositivo padrão para mapear o fundo do oceano. O navio, associado a CCOM, o Centro de Coastal e Mapeamento do Oceano da Universidade de New Hampshire, mapeou toda a Fossa das Marianas a uma resolução de 100m.

“O instrumento permite mapear uma faixa de sondagens ao longo da linha de viagem do navio”, disse o Dr. Jim Gardner à BBC. “É como cortar a grama”.

Os investigadores estão examinando o processo, de como montanhas submarinas são “puxadas” para baixo da outra placa tectônica.

“Nossos dados mostram que elas estão ficando muito fraturadas”, disse o Dr. Gardner, “Assim que a Placa do Pacífico começa abaixar, ele racha a crosta velha, e então atravessa o monte submarino. Elas ficam espalhadas e aparadas, em seguida, são puxadas para baixo”.



Fonte: Daily Mail – UK
Ilustrações / Crédito: CCom - JHC
Leia a notícia em inglês AQUI
Tradução e adaptação de texto: Gério Ganimedes



Comentário do Autor

As recentes descobertas comprovam a interminável e cíclica transformação do relevo da Terra, tanto acima do nível dos mares, como nas profundezas dos oceanos. Estas estruturas, assim como, as ilhas que tem emergido em várias partes dos oceanos que cercam a Terra, nos apresentam um sinal de alerta, de que estamos vivendo um período de alterações na “casca” do planeta. Sejam estas mudanças cíclicas e naturais ou sendo causadas por repentinas forças ainda desconhecidas de nós, ou como consequência das constantes mudanças climáticas, correntes oceânicas, mudança da temperatura da água do mar, causada pelo aumento do degelo dos pólos, certamente devemos estar atentos a estas mensagens diretas da natureza. 

 

Gério Ganimedes
Direitos Reservados – Projeto Quartzo Azul©©
 

 

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